A Trevino nasceu de uma inquietação simples. Na gôndola do mercado, quase todo mundo compra o mesmo rótulo. Não porque seja o melhor, mas porque é o mais conhecido. E o que se paga, muitas vezes, é o nome na etiqueta, não o que está dentro da garrafa.

A gente acredita que dá para beber melhor gastando o mesmo, ou até menos. Basta ter quem procure. Foi para isso que a Trevino existe: uma curadoria de vinhos que garimpa rótulos alternativos aos consagrados, mantém o estilo que você gosta e encontra opções com custo-benefício de verdade. Vinhos do Brasil, Chile, Argentina, Portugal, França, Itália e Espanha, escolhidos um a um.

O que guia a nossa escolha

Cada garrafa passa por degustação e justificativa. Não vendemos qualquer coisa. Contamos a história do produtor, da região, da safra, porque descobrir um vinho é parte do prazer de bebê-lo. Você paga pelo conteúdo, não pela fama.

O atendimento é humano, sempre. Do outro lado do WhatsApp tem gente que entende de vinho e conversa sem pose, sem vergonha de perguntar e sem te fazer sentir por fora. É o primo sommelier que todo mundo gostaria de ter por perto.

uva, terra, gente

O nome carrega os três elementos que dão sabor e caráter a um vinho. A uva, que é o fruto e a casta. A terra, que é o terroir, o clima, o solo. E as pessoas que cultivam, transformam, escolhem e servem. Três elementos que viram um dentro da taça.

O vinho, que por sua vez, desperta três sentidos: a visão, na cor que se inclina contra a luz. O olfato, no aroma que sobe da taça. O paladar, no gole que conta toda a história.

É esse encontro que a Trevino existe para promover. Mais do que indicar uma garrafa, a gente quer apurar o seu modo de sentir o vinho.

 

Curadoria que apura os sentidos.